quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Dionísio


(Salvador Dali Autosodomized - Neofotistou)
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DIONÍSIO
(André L. Soares)
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Não temo a loucura arriscada
que parece acompanhar tudo que é novo.
O que mais me assusta é a inércia da certeza,
que insiste em macular de tédio, o amanhã,...
pelo extraordinário que inexiste
nas coisas seguras.
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Quão insípidas são essas horas
todas já tão planejadas;
esses passos firmes, por estradas retas,
acinzentando o mundo com prévios resultados.
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Sei que posso estar errado,...
mas prefiro o inusitado
perigo das curvas.
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Leia também:
Alma de Poesia /Gritos Verticais /Natureza Poética /O Poema de Cada Dia /Poética Herética /Raiz de Cem /Sons de Sonetos


4 comentários:

  1. Que linda poesia meu querido...parabéns!
    Um lindo dia pra você.
    Beijos...Serena.

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  2. Tem uma força esses versos.
    Também gosto demais das curvas. Beijusssssss meu querido!

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  3. Fala parceiro,

    Mudei o endereço do meu blog RECEBI POR E-MAIL para um domínio próprio.

    Queria pedir para que você atualizasse o endereço antigo (recebi-por-email.blogspot.com)

    Para o endereço NOVO:

    www.recebiporemail.com.br


    Grato,

    Filipe di Filippo

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  4. andre o seu conto e muito bom,parabens.


    http://www.mundosubliminar.xpg.com.br
    http://www.solendasurbanas.xpg.com.br

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