segunda-feira, 13 de agosto de 2007

À Beira-Mar

.
.
.

À BEIRA-MAR
(Rita Costa & André L. Soares – 10.08.06)
.
Convém camuflar
nas profundezas da alma
as palavras mais puras.
Fixar o olhar na areia macia
onde, a todo instante,
a espuma branca faz carícias.

Melhor seja que a brisa
– mistura de sal e maresia –
castigue os lábios em sorriso,
carregando pro mar
o mais leve sussurro,
pairando sobre as ondulações
as palavras proibidas.

Sendo assim,...
que só as aves marinhas
decifrem a poesia que existe
quando minhas lembranças,
façam aflorar dos sentidos
os desejos mais além...
mergulhando-as em sonhos,
no abissal das emoções...
como convém!...
.
.
.

3 comentários:

  1. Bom dia, poetas.
    Gosto de vocês integralmente nas letras expostas.
    Sabios são aqueles que dizem bem o que o coração guarda.
    Brincando: quando eu crescer, quero ser igual. rsrs
    beijos poeticos.
    Selma

    ResponderExcluir
  2. gostei muito do seu blog, passa no meu tbm... espero q vc goste...

    http://adeusmundocruel.wordpress.com/

    falow...

    ResponderExcluir
  3. Maravilhoso esse soneto André.
    Encantada! Além de talentoso seu bom gosto pra poesia é inegável.



    http://www.mundosubliminar.xpg.com.br
    http://www.solendasurbanas.xpg.com.br

    ResponderExcluir