domingo, 1 de julho de 2007

Soneto da Utopia

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SONETO DA UTOPIA
(André L. Soares – 07.01.07 – Guarapari/ES)
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Quero dizer tudo que penso sem ter medo,
atravessar tão livremente esse horizonte,
como se fosse a simples água de uma fonte,
tocando a vida como quem faz um brinquedo.

Inaugurar um novo estilo, hoje me atrevo,
acreditando que o melhor não está distante,
mas muito perto, suplicando que se encontre
a chave-mestra que revele os mil segredos.

Parte consiste em garantir nossos direitos,
fazendo então prevalecer na sociedade
o amor ao justo, como a base dos preceitos,


para que assim não se repitam velhos erros,
pois quero crer que essa tal felicidade
não seja um sonho escapulindo entre meus dedos...

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4 comentários:

  1. Meu querido, comentar sua poesia é sempre um prazer e aqui vai mais uma vez o que penso desse lindo soneto.
    É simplesmente maravilhoso!
    Os versos, carregados de esperança deslizam de forma tão suave que vão nos envolvendo e nos enchendo de coragem. Ele é delicioso de se ler! Parabéns meu querido, por mais essa preciosidade para a poesia brasileira. Beijussss

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  2. Fábio Dias2:40 PM

    Nada como começar a semana com boa poesia!

    Descubra O (Z!) da Questão.
    // fabiodacar.blogspot.com

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  3. Está LINDO!

    Parabéns pelo espaço.

    Boa semana
    Sofia

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  4. Se todos fossem igual a você...
    a verdadeira utopia seria o mundo como é hoje. A realidade seria muito mais poética. Abraço,

    Zuza.

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